top of page
IMG_2850.JPG

SOBRE

Coragem para o bem

QUEM SOU 

Sou cria de Vila Velha, algo do qual me orgulho muito. Cheguei ao município com dois dias de vida, em Araçás.

A cidade era diferente, né? Podíamos brincar na rua sem preocupação para os pais, as famílias se conheciam. Digo sempre que ter crescido assim, num clima de comunidade, contribuiu muito para a minha visão de mundo.

Além de Araçás, vivemos também em Coqueiral de Itaparica, na Primeira Etapa. Ainda criança e adolescente, frequentava muito a praia com meus amigos (de onde veio muito do meu interesse por esportes e uma vida saudável – atualmente, continuo ativo e em busca de mais saúde). Vida simples, cercada pela família e pela comunidade.​
 

Dividia meu tempo com a escola. Professoras e professores me viam como bagunceiro, mas bom aluno. Gosto de pensar que o ímpeto natural de todo jovem, de querer mudar o mundo, não só não morreu dentro de mim, como cresceu tanto que me trouxe para a política.​
 

Como muitos brasileiros, sou filho de pais separados. Sempre vivi com minha mãe. Tivemos uma vida simples, e através de muita luta e esforço, ela se tornou professora e pedagoga. Minha mãe contribuiu muito para a minha formação política, sempre ensinando valores humanistas e me mostrando a vida cheia de desafios e dificuldades que o trabalhador brasileiro vive.​

Até por termos a visto batalhando tanto por uma vida melhor, nós, os filhos, crescemos entendendo o valor do estudo. Sou formado em Administração, e minha vida profissional já me levou para algumas instituições privadas. Mas meu interesse maior sempre foi a política, institucional ou não.​

Sou uma pessoa determinada e aberta ao diálogo. Tenho a convicção de que o caminho para uma sociedade mais justa e acolhedora é a formulação de políticas públicas voltadas para as parcelas mais vulneráveis da sociedade.  ​

Fiz alguns cursos de formação política, e atualmente estou fazendo um mestrado em Sociologia Política. Desde 2019, ingressei na política partidária. Em 2020, me lancei candidato a prefeito de Vila Velha, um período de muito aprendizado.

MEU TRABALHO

Comecei minha vida profissional cedo, como a maioria dos brasileiros. Ver meus pais ralando, especialmente minha mãe (com quem sempre morei), me mostrou a importância do trabalho. Meu primeiro emprego foi como office-boy, aos 15 anos. Depois, virei vendedor.

Passei alguns anos trabalhando em bancos, uma área em que tive rápida ascensão. Como operador certificado da Bolsa de Valores, pude ter uma visão privilegiada do funcionamento interno do capitalismo.

Virei empreendedor, e tive uma empresa de representação comercial. Mas o chamamento para a política veio, e desde então trabalho no governo do ES.

Como Gerente de Políticas Públicas de Direitos Humanos e, depois, como Subsecretário de Gestão Administrativa de Direitos Humanos, estive muito próximo de lutas e pautas importantes para a esquerda, como os quilombolas no norte do ES e os trabalhadores sem-terra.

Talvez você esteja pensando: “um cara que trabalhou em banco, como operador da Bolsa de Valores, na esquerda?”. Pois é. Eu vi, de perto, como o capital opera, pensa, e atropela parte da sociedade.

Na política institucional, lidar com o grande capital é inevitável. Por isso, alguém que saiba transitar no meio é essencial. E eu, tendo atuado na iniciativa privada e no poder público, tanto no lado do capital quanto no lado dos movimentos sociais, quero ser essa ponte de diálogo e um indutor de soluções sociais.

Vila Velha passou muito tempo refém de acordos e politicagem, e a hora de mudar isso é agora!

O QUE PENSO

Minha atuação política é pautada por um respeito profundo pelos direitos humanos; no governo do ES, atuei como Gerente de Políticas Públicas e como Subsecretário de Gestão da pasta.​

Existe atualmente uma cisão entre alas mais tradicionais e mais modernas da esquerda – uma se pautando por debates econômicos, outra por pautas de costume. Uma coisa não anula a outra, e ambas as visões são importantes na construção do debate público.

​Clamores por austeridade na economia, por exemplo, não são “pragmáticos” – cortes de gastos públicos prejudicam, majoritariamente, as parcelas mais vulneráveis da sociedade.​

A política é feita no dia a dia, e afeta nossa vida. Vila Velha tem uma péssima distribuição de recursos, em que bairros de classe média ou alta continuam a receber investimentos e “perfumarias”, e áreas mais pobres da cidade seguem desassistidas pelo Poder Público, penalizando diretamente quem mais precisa da Prefeitura.

Os moradores de todos os bairros precisam ter acesso aos seus direitos mais básicos, como ruas pavimentadas, limpeza urbana, um posto de saúde equipado, uma boa escola, transporte público. Cidadania é isso, viver dignamente na cidade.

bottom of page